sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vida


Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

Celebremos a vida, nossa existência, nossa essência, mas acima de qualquer pensamento devemos existir com alegria; e ela não está nas coisas, mas em nós. 
E como temos motivos para agradecer...

Quando filosofamos sobre a vida, colocamos em palavras muito mais que as razões, nós a presenciamos todos os dias, a justificamos por intermináveis discursos, infindáveis gestos, mas sem sombra de dúvida por acontecimentos que nos arrebatam e que nos transformam a cada segundo do tempo.

E mesmo assim, existem aqueles que a desperdiçam por não saber como reverencia-la.
A cada dia, a cada segundo...ficamos mais velhos e com uma boa dose de experiência que nem sequer nos pede permissão para nos afrontar, elas chegam quer queira ou não; faz parte do processo natural do ser humano e da existência que nos é imposta.

Pagamos um preço por estarmos ocupando lugar no espaço.
E existem ainda os que dizem que a vida é muito importante para ser levada a sério...vai entender, mas como diz Veríssimo: Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.

Intensidade, prazer, felicidade, sonhos, realizações, sons, cores...ao assoprarmos as velas, jogamos nossos desejos para o universo.
E somos exatamente aquilo que desejamos, a concretização de nós mesmos..nada muito simples, mas completamente vital.

Acrescentamos anos,mas, perdemos ou ganhamos?
A pergunta todos nós temos, mas as respostas..bem aí...

Aceleramos nosso ritmo e acabamos por viver e morrer nos sonhos alheios, sejam eles de nossos pais, ou até mesmo aquele que inventamos sem fundamento algum. 
Cruzamos fronteiras pessoais em nome do que...ou melhor para o que?

Não podemos acrescentar dias em nossa vida, mas vida aos nossos dias.

A vida é para nós o que concebemos dela, na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações: temos que fundamentar a realidade e com isso desfrutarmos o prazer de estarmos com nós mesmos, termos objetivos que nos façam crescer e acima de tudo contribuirmos para deixamos nosso legado com raízes profundas e eternas.
Pois ela continua...certamente continua.

Uma coisa é muito pessoal:
Vivo a minha vida em círculos cada vez maiores que se estendem sobre as coisas.
Talvez não possa acabar o último, mas quero tentar.

Sempre.

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