terça-feira, 19 de março de 2013

Liberte-se




Deixemos as palavras de lado, elas estão pesando sobre nossas atitudes, desviando-nos de nossa real intenção, que é viver sem correntes.
Aliás, nos boicotamos intencionalmente como resultado de uma suposta razão que bate a nossa moral, somos felizes quando nos permitimos...complicado na maioria das vezes é nos desviarmos dessa presença adquirida...por natureza.

Quando deixamos de perceber o valor da liberdade?

Um peso e certamente várias medidas.
Uma casta dose de pequenos passos...diários...lentos...contados.

Quando vislumbramos o horizonte; verde e com um cheiro adocicado nos atraindo, olhamos para baixo e percebemos o enorme vazio de decisões: saltar de braços abertos ou apenas nos entregar a gravidade...e cair?
Devemos sonhar alto; o máximo que poderá acontecer é realizar um sonho a altura.

Está aí... o sutil e enlouquecedor degrau que ata nossas decisões.
Fixamos os pés, nos apoiamos...encostados e inclinados..sempre em busca de uma nova perspectiva.

Somos como formigas, marchando e seguindo uma rota de trajetos curtos e seguros.
Mas você acredita mesmo em cada pedaço deste mapa central que colocou em seu caminho?.
Perceba quantos passos você deixou para trás e quantos deixou aprisionado com sua real ou imediata vontade.

Vivemos transgredindo nossas próprias regras de conduta em prol de uma conseqüência pertinente; nos esquivamos e criamos um laço enorme com a frustração, que causa, fere e transgride nossa essência.
Desviamos de um possível encontro certo, aquele que nos faz perder o chão.

Aprendemos assim a compreender que a sintonia pode ser libertadora.
Talvez liberdade seja pouco, o que desejamos ainda não tem nome.

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