quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

É só...




Um dos princípios básicos em seguir em frente é não olhar para trás, traçar uma rota, ou  para alguns, uma linha tênue entre fugir...ou se esconder.
O que importa é saber onde se quer chegar, como se tal questionamento fosse fácil ou descomplicado de responder; soluções nem sempre são fáceis, mas elas precisam acontecer...é só... se permitir.

Nos envolvemos em um turbilhão de sentimentos, nos acoplamos em barreiras que nós mesmos nos jogamos...ficamos inertes, paralisados. Deixar para trás implica não somente  fecharmos um ciclo, mas principalmente de nos abrirmos para outros...novos e selvagemente desafiadores.

Fechamos portas mas nos encostamos em frestas...é só uma questão de tempo e limite para sermos completos...um limiar tão estreito e profundo que até para respirar exige cuidado e atenção. Criamos nossa própria bolha como uma forma interna de protesto.
Gritamos, lutamos...seguir adiante desenvolve dentro de nós uma espécie de espelho, onde o que quer que enxerguemos se permanece estático...lúdico e infinito.

Sentimentos e razões jamais encontrarão o mesmo lugar no espaço.

É assim que expressamos essa perseverança, como uma descrente e insolúvel angústia. Deixemos de lado essa força contrária que nos faz retornar; é apenas uma redundância entre querer e estar.


Desistir é logo alí...só não deixe de lado sua vida.

Pegue para você o que lhe pertence e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma.

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