quinta-feira, 31 de maio de 2012

Darwinismo ou realidade?



É tão fácil e confortável ficarmos imunes a nós mesmos; permanecemos seguros em um falso alicerce e a força interior torna-se subjetiva, egoísta: uma zona sem parâmetros.
Ficamos parados...adormecidos e lentamente acomodados.
Nos apoiamos em nossa frágil sensibilidade, contemplamos a distância: firmes e constantes.

Não devemos esquecer: " A força que vem de dentro é maior que todos os ventos contrários".

Essa força que nos projeta, surge quando menos esperamos.
Ela sempre esteve lá, mas por infinitos limites, torna-se imune a nossa aspiração.
Tal conclusão chega quando solucionamos problemas e questionamentos pessoais de forma inesperada.

E por que será que demoramos mais do que necessitamos para aprender?
Vivemos através de impulsos e isso impede a visão sobre nós mesmos; olhamos mais do que observamos, escutamos mais do que deveríamos ouvir...e assim segue essa pluralidade caótica que no fim se transforma em espécies...não mais em humanos.

O impulso: resposta da alma ou apenas coincidência da vontade?

Temos uma dupla visão sobre essa possibilidade: Razão e emoção.
A razão alimenta o nosso ego, enquanto a emoção satisfaz o interior; por isso é importante sabermos distinguir a verdade e o contexto entre estes dois pólos.
" Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo".

E como explicar o desejo da união destes dois elos?
Evolução e coesão creio eu. Uma parceria importante para o start de uma nova geração, a qual somente colherá frutos daqui a muito tempo.
Não se trata apenas de necessidade, mas de compreender como pôr em prática as lições que tanto tentamos ensinar, mas poucos de fato se dispôem a aprender.

Ser melhor do ontem e com certeza menos que amanhã.

"Se você aceitar que as características humanas são variáveis, que essa variação é hereditária, e que há uma luta pela existência, então a evolução pela seleção natural prosseguirá." 


 

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