terça-feira, 15 de março de 2011

Um lugar ao léo...

Todos procuramos ...
Todos pretendemos uma busca constante, um certo caminho chamado permanente.
Busca frenética, inquieta, derradeiramente substancial.

Se a vida é feita de escolhas, onde estará nosso plano perfeito?, aquele que invariavelmente creditamos tempo e energia procurando.
Eis aí a eterna dúvida: Ao Léo ficamos por não encontrarmos respostas.
Estendemos os braços, abrimos os olhos demais...respiramos devagar para não perder a linha.
Evidenciamos sinais, encostamos a cabeça nos ombros, seja por um breve insight, ou apenas como um pedido para deixarmos de pensar tanto.
O que somos amanhã, reflete o hoje que compensamos.

O que há de certo e finito é a intensidade que depositamos no agora, essa força que nos mantém até certo ponto na linha tênue entre o real e o imediato.
Constante busca pela calmaria.
Andamos a passos largos, cruzamos olhares, desviamos nossa atenção.

O que se compreende até então, desconhecidas percepções, visões distorcidas de uma sombra inebriada pela água fresca que percorre tal universo unilateral. Matamos a sede, mas esquecemos de guardar o caminho da fonte.

Ainda há muito o que percorrer; para muitos flutuar em uma imensa roda gigante é o que os mantém circularmente em alerta. Voltas e voltas e assim segue.
É preciso traçarmos um rota, pois não importa o quão façamos, uma hora a roda para de girar e você estará lá...exatamente no ponto que deixou. Pesos e medidas interferem; e será assim sempre.

Intenções?, creio mesmo que sim.
Isto se chama vida, pura e simplesmente...
Onde nossa alma está é o que realmente importa ao final da jornada.
De toda e qualquer forma, aprendemos no dia-dia onde devemos estar, pois permanecer é apenas um detalhe, mero e circunstancial que nos rodeia.

Um comentário:

  1. Matamos a sede, mas esquecemos de guardar o caminho da fonte.

    Muito boa!!!

    #godani

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