segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Um pouco mais...


Sempre mais, é assim que é.
Nunca foi tão cheio viver esperando mais da vida e de nós mesmos. Talvez esse seja o suspiro final de um tempo que lutamos para resgatar, ou até mesmo, um devaneio sobre o que ainda temos pela frente.

As vezes mais rápido do que devia, outras nem percebemos o que está tão claro na nossa frente e que nos faz perguntar: O bom ainda é pouco?
Se uma imagem durasse para sempre, ela certamente não se transformaria em memória, muito menos em saudade; e sentir falta faz parte do crescimento humano, um processo que ainda relutamos em aceitar: aprender.


Talvez com uma pitada de perseverança e atitude, conseguiremos notar que nem sempre os fins justificam os meios, isso está sendo demasiadamente confundido com as posturas que observamos e fechamos os olhos por aí.
As pessoas retrucam demais as questões que foram feitas apenas para servirem de base, ou seja, formação estrutural e moral.

Quem foi que disse que temos que ter sempre mais para sermos completamente felizes?

Um pouco mais...assim os fins parecem se justificar.

O certo nisso tudo é que procuramos respostas demais, ou apenas o máximo suficiente?
As respostas surgem quando paramos de procura-las, desta forma, um pouco mais de tempo é o que estamos sempre procurando.

O tempo é muito lento para os que esperam

Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

William shakespeare


Assim, tão sutilmente verdadeiro, explicam os pensadores e seus devaneios coerentes sobre o tempo.

Um comentário:

  1. Texto sensacional ! certamente um momento de PAZ total pintou no instante :) Parabéns

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