domingo, 23 de maio de 2010

Entre o fél e o mel



Em meio a um sabor que fica parado na minha garganta, um limear entre o fél e o mel.
É este fél que alimenta incerterzas e me mantém em alerta constante, não permite descaso e muito menos uma pausa para tentar compreender onde permeia a dúvida e a insegurança que tanto preso em vivenciar. Tudo isso e nada mais!
Dúvida: verbo que doi.

Mas o sabor do pensamento traz doces recompensas.
Vivemos entre a liberdade e a incapacidade de racionalizar, em meio a certos tipos de conduta: o amargor constante, ou impropriamente destacando: exclusiva contramão?
Entre todos os tipos de sabores e desabores que alimentamos durante todo nosso tempo, alguns destacam nossa total imparcialidade em seguir em frente: bifurcação ou como ressalvo: Os fins justificam os meios?

(Machiavel: se o objetivo a ser alcançado fosse de suma importância, qualquer meio para alcançá-lo seria aceitável.)Justificar: verbo direto ou imperfeito?, quanta analogia, me perdoe.
É por isso que viémos e é para isso que permaneceremos: buscar alterativas para aliviar nossas ações, ou como sempre digo: um peso e duas medidas.

O sabor da vida...independente do que queiramos fazer, seremos sempre o doce e o amargo, uma inconstância que não se mistura.
É por isso que estamos sempre em busca do equilíbrio, ou na maioria das vezes de um doce que nos cale e mantenha nosso nível de serotonina alto.

O mel é a nossa vivacidade, a que transgride e se permite.
O fél é aquele botão que apertamos de vez em quando, em situações onde o pensar e o equilibrar não ficam presentes ao mesmo tempo;afinal: "dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço", pura física?, quem sabe; aos que não acreditam que nós somos muito mais que matéria, que pensem assim para aliviar suas tensões emocionais.

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