quarta-feira, 7 de abril de 2010

O que mamãe usava.

Para: Marcelo A. Savignano.

Quantos anos se passaram e eu ainda me recordo de quando abria o armário da minha mãe, pegava seus sapatos
Audrey Hepburn e inúmeros vestidos coloridos a seu modo.
Mulher tem destas coisas, nascemos com um espelho e continuamos até hoje compreendendo sobre tendências, nos inclinando definitivamente para mudanças e ainda nos permitimos escolher muito mais de que realmente precisamos.
Será que não precisamos mesmo?

Moda, comunicação..tudo em um único degrau: Criando uma história, a sua ou a nossa, estamos diante de acontecimentos e explosões criativas onde a mídia presente não apenas relata mas expõe com autenticidade x expontaniedade.
O que mamãe usava certamente entra hoje no contexto cíclico chamado Moda. Hoje e ontem em um piscar de olhos, talvez por isso ainda me identifico com seus colares de pérolas tão bem guardadas, lembranças de fantásticas festas, onde o que inspirava era somente a beleza e hoje se transfora tão belamente em estilo.

Onde de fato encontramos tendências, procuramos mais inspiração ou aspiração?


Estamos dentro de uma fase muito criativa, onde empregamos impacto com uma sutileza notável, diante de coleções e revoluções dos sutis "panos" e tecidos impecáveis para as audaciosas investidas como a do estilista karl Lagerfeld que acaba de estampar sua imagem para a marca Coca-cola.
Afinal, todos tem sede por moda, não é mesmo?


Então vamos contextualizar, ou como diria Coco Chanel "Já que tudo está na nossa cabeça, é melhor a gente não perde-la".
Será que somos mesmo aquilo que vestimos?.
A moda é um detalhe que procuramos, nos inventamos quando precisamos ser e ir além para algo ou alguém. Talvez por isso seja tão bom acharmos ou nos inclinarmos para uma peça que nos faça sentir, estar de fato. E isso meu caro, não tem preço.

Assim como acredito que nem sempre o que vemos, devemos sentir de perto, pois para um pezinho cansado existe sempre um chinelinho velho já dizia mamãe.

Por isso é fundamental você estar dentro da sua realidade e compreender que nem sempre a moda vem empregada apenas com conhecimento, é algo além, ela se projeta em paralelo a tendências, nasce do gosto pelo gosto, do amor puro pela beleza e o melhor:
Ela caminha ao lado da imagem que projetamos e nada acontece sem antes idealizarmos uma fantasia. Assim nasce a verdadeira aspiração.

Comunicar-se através de uma boa imagem ainda vale muito mais que mil palavras e isso é apenas o começo para o seu próprio contexto.
Ou melhor, exponho uma ótima frase que lí a pouco:
"
Sou uma mulher incomum sim, mas veja que o comum está contido no "in". Há dias que serei cinza e em outros carmim".

2 comentários:

  1. Sempre me lembrarei de uma Festa Brega que fui na adolescência. Tirei tudo do guarda roupa de mamãe. Quanta mudança de geração pra geração. Sem certo nem errado, simplismente diferente.
    Beijos Dani

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  2. Que lindo! Eu AMO as mulheres, só não consigo f......!!! Beijos...

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