segunda-feira, 29 de março de 2010

Multiplicando idéias - A wish

Direcionamento, composição e inspiração.


No desenvolvimento de uma campanha publicitária é preciso trocar a visão multifocal pela periférica, sair do campo de conforto e somatizar horizontes criativos.

Uma boa idéia consegue atingir determinado público se você souber ampliar ainda mais seu leque de opções quando for confrontado a ser mais do que está acostumado.

Quando verbalizamos palavras com um contexto real, captamos segurança, inspiramos mudanças e materializamos ações com conteúdo.


Executando boas idéias, atingimos um número maior de respostas satisfatórias e logo mensuramos o investimento que nos propusemos a cumprir.

Não estou relatando respostas obtidas com prazos; mas previna-se, eles de fato existem e é preciso uma margem de segurança quando o que está em jogo é a campanha pela multiplicação (inicialização?) de suas idéias.

Um desejo oculto inspira curiosidade?, certamente que sim, mas depende de onde e até quanto você está disposto a mensurar para que isso ocorra com autenticidade e foco.


É preciso ter em mente que um desejo é mais que um fator, é uma válvula de escape prestes a ser aberta para o mundo, e isso por si só, já é capaz de provocar intensos abalos em uma estrutura mal fundada.

Desejo não é objetivo e isso é fato, portanto tenha em mente que existem meios para coloca-los em prática e deixando isso claro, suas idéias se transformarão em ferramentas palpáveis e necessárias para o mercado.

Não saia por aí divulgando palavras, dispare e espalhe olhares de retorno.

Pare de ser redundante, formate teorias .


O que quero passar com tudo isso é a compreensão que racionalmente existe dentro de cada boa idéia existente e com isso você evolua com a habilidade de qualificar e quantificar verdadeiramente seus desejos.

Desejo é uma vontade, uma aspiração do querer através do saber, portanto transforma-los em objetivos requer uma boa dose de racionalidade aliado a um contexto real.

Saber para onde e como já é um start. Acredite: a necessidade faz a vez e se o seu trabalho vier a tona no momento propício, as respostas virão e com elas a concretização de seus desejos.


Eis aqui o maior de todos os conselhos: verbalize com contexto.

Saia de sua zona de conforto e encontre subsídios para se colocar no lugar daqueles que receberão seu trabalho, porque você pode mesmo mudar a visão e o desejo de alguém.

Isso é ou não é um estímulo?
Pense nisso e comece agora mesmo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

VOCÊ

As vezes o que precisamos mesmo é olhar para dentro.
E quando tudo se torna demais para nossa cabeça, é chegado o momento de dizer:
NÃO, pois na maioria das vezes a gente concorda, e acredite, isso tira mesmo você do eixo.

Nós flutuamos, escorregamos quando devemos fincar os pés, deixamos a curva se tornar estreita a ponto de não conseguirmos seguir em frente. Andamos abaixados e sem direção.
Se tudo depende exclusivamente de você, como transformar sua vida em um peso e a mesma medida?, a dose extra está certamente na resposta que precisamos forjar quando passamos por cima de nossos limites para algo ou alguém.
Passamos a maioria do tempo dando desculpas e criando situações desconfortáveis e sem controle.

Deixamos a vida solta demais e acredite, uma hora ela nos freia e nos coloca de frente. É nesse exato momento que você começa a se questionar o que tem feito, como tem feito e para quem.
Se você se assustar com o que encontrar, existirão apenas duas opções: continuar correndo sem rumo ou parar e tomar as rédeas de suas escolhas.
E você anda ou corre para a vida?.

Como as pessoas gostam de observar a grama do vizinho, isso é um fato bem curioso, tanto que o cidadão acredita que de fato ela é mais verde, mais fresquinha.
Tamanho é o medo de enfrentar a vida que somos obrigados a estender diversas cadeiras pela grama e servir de diversão para a espionagem alheia.

Estamos na era do olhar e ser visto, quanta perda de tempo e energia.
Talvez deixar de ser você e passar a existir como uma peça de jogo seja mais que uma desculpa, certamente uma fuga estratégica para ficar sentado na grama do vizinho apenas esperando o show começar e continuar se esquivando da sua própria existência particular.

domingo, 21 de março de 2010

A pausa

Todos os domingos eram mesmo assim: passavam depressa demais, incrivelmente assistindo a um filme sobre uma família e seu cachorro, entre um prato de macarronada, um copo de coca e muitos primos em volta da TV da sala do tio Toninho.
Realmente é fácil criarmos um arrebatamento de emoções, ou como meu pai dizia: lágrimas perenes.

Quantos sorrisos e reflexões despertamos no decorrer do dia.
Entre primos e primas, tios e tias, o único inquestionável alí era o tio Antônio e suas tão bem cuidadas gaiolas de sabiás, sempre disposto a contar como seus pássaros chegavam e saíam, pois suas portinholas permaneciam sempre abertas, como um convite ao paraíso e um pouso seguro...e de fato eles vinham mesmo, minha tia Odete quem diga, sempre varrendo sua varanda com restos de alpistes e penagens coloridas.
De fato, entre papos de gaiolas e uma partida de pontinho, um bom brinde encerravam as duscussões entre as apostas sobre os resultados dos jogos de futebol de final de tarde.


As recordações daquele domingo serão questionadas durante um bom tempo, pois as exaltações na mesa com falatórios e tilintares entre um copo e outro, certamente fizeram transbordar boas risadas daquela doce, mais tão tumultuada reunião.


O que importa são os valores que carragamos e naquela tarde chuvosa existiam particularmente, dois indivíduos na sala principal, ambos questionando um ao outro sobre suas verdades e supostas mentiras, sombras na maioria das vezes.
Que saudades dos tempos em que a preocupação era apenas uma viagem entre amigos, um afago no cachorro e um simples almoço em família...doce família, posso assegurar.

Se aquele pensamento de fato pudesse ser descrito certamente seria: Vivemos plenamente ou apenas deixamos a vida nos levar? ou acomodar?
Mas é preciso concordar quando dizem que o importante na vida são os momentos que idealizamos e os caminhos que optamos em percorrer.
Eis aqui então a verdadeira lição, entre uma partida e outra, criada pelo meu pai:
Aprendamos com o amor, ou viveremos para a dor.

Isso é ou não é um incentivo a pausa?

segunda-feira, 15 de março de 2010

WHY?


Para Vanessa Puerta
Me fizeram a seguinte pergunta: Por que é tão difícil colocarmos nossos planos em prática?

Existem impedimentos que nos controlam e deixam nossos planos adormecidos. De certa forma, colocamos de lado e deixamos essa euforia tomar conta de nossas reais necessidades.
Mas o maior impedimento ainda é nossa cabeça, é ela a culpada pelas desculpas que damos a nós mesmos.
Vivemos para nós ou para os outros?, essa é a maior questão quando se trata de realização pessoal.

Talvez por isso adiamos nossas ações na maioria do tempo, apenas para continuar trocando o certo pelo errado.
A censura é algo complexo da qual somos imparcialmente submetidos quando concluimos viver pela nossa própria conduta (uma conduta correta pra quem?).

Para entrarmos de fato no contexto de nossos planos precisamos ao menos estabelecer quais reais metas e objetivos são importantes para o resto de nossas vidas e o quanto isso nos afeta, ou interfere quando pulamos uma etapa tão fundamental chamada desejo.
Desejo é um impulso guiado pelo inconsciente que.....não, apenas um estimulo de nossa essência pedindo por algo um pouco melhor do que estamos acostumados.

Será então que precisamos de uma dose extra de coragem para jogar limpo com nossas próprias convicções?
O fato é que censuramos a vida para apenas seguir em frente. Damos desculpas demais, falamos pouco quando gritar é a ordem da vez: Chega, eu posso mesmo fazer diferente.
Ninguém disse que seria fácil, disse?

terça-feira, 9 de março de 2010

Mulheres...

Ser mulher é uma dádiva, uma eterna gratidão com o explendor. Mulheres maravilhosas, comemoremos a doce sutileza de sermos ímpares e docemente incríveis!

quarta-feira, 3 de março de 2010

CONTANDO MIGALHAS

Farei do dia um breque fora de controle...somente por hoje.

Hoje posso dizer que a vida realmente nos coloca em situações bem quantitativas, assim exclamo minha indignação pela total ausência de inteligência e criatividade, ambas bem expostas na cultura cotidiana em que me vejo presente.

Não é necessário uma análise profunda para constatar que a riqueza de fatos, livros e boas palavras que tão longe pronunciadas, jaz apenas pela epifanía desconcentrada de pessoas que se encontram para falar sobre o nada, literalmente.

Onde está a ordem universal que paralelamente caminha ao lado dos que fazem a diferença?
Estaríamos nós de fato a mercê dos soberanos iletrados?,talvez. Um sim nesta altura do campeonato seria o fim dos tempos para uma jovem que observa a vida ao lado do paralelo.

Minha cabeça segue confusa, caminhando e encontrando poucas boas coincidências qualitativas, lembranças de um tempo bom, com falas discursivas, o eufemismo nunca fez parte da metade caricaturizada deste ser humano que vos fala. A vida levada a sério, pelo exemplo de coesão e visão exacerbada do correto.
Mas então, no meio disso tudo, posso afirmar que o correto é a soma de todas as atitudes que empregamos em prol de uma cultura acertiva própria?...frase muito complexa..eu repito:
Vivemos contando migalhas?

Não estou abrindo aqui um leque de discussões literárias, apenas colocando na mesa algumas folhas em branco para que você deixe de cair no óbvio e pratique o ato de sua imparcialidade intelectual.
As pessoas não querem sósios, querem pessoas ímpares que somem. Vivemos colidindo com pessoas aos pares, seja no virtual, seja no intelectual onipresente e isso por sí só causa uma onda gigante de besteiras que acumulamos diariamente e que equivocadamente não conseguimos expurgar.

Mas de fato nem todas as besteiras "culturais" que existem servem de mal exemplo; elas conseguem demonstrar como e onde aprender, depois de um tempo você se permitirá rir e até se inclinar a apreciar o bizarro como um expectador seleto.
Seletividade é a palavra da vez.
Faça como eu: não desvalorize o alheio, apenas permita-se inclinar ao contexto e não apenas no conteúdo.

Ou então, como sempre digo:
Aquele que faz e promove, cultiva o seu próprio êxito.