terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Tempos modernos


Vivemos em um momento delicado, segundos desperdiçados ou compensados pela própria pressa de sermos melhores?
Muitas vezes somos até quem jamais imaginamos ser, deixamos de lado nossos reais sentidos de preservação, agradamos aqueles que nem sequer se recordam de nossas feições.
Isso tudo pra que?
Alguns dizem que é melhor sermos apenas bons amigos, outros apenas parceiros, isso me remete a um tempo que não volta mais, inteligência incondicional eu arrisco a chamar.

O incrível nisso tudo é que somos expostos a situações desconfortáveis.
Precisamos ser incisivos quando sequer queremos falar. É necessário tanta exposição para sermos melhores?
A capacidade é algo relevante quando apenas o que conta são gestos de ilusão perante situações inversas de realidade misturada ao ilusionismo. Somos quem sabe, o ator de uma tele-novela diária e real.

Representamos na maioria do tempo, rimos de piadas infundadas, cremos em amizades surreais e inúmeras vezes ultrapassamos o próprio limite da paciência em nome do modernismo da vida cotidiana, que nos atropela com seus desejos e anceios particulares.

Existe algo chamado ponto final. você o coloca, o impõe, o determina.
Certos limites são cabíveis, necessários e úteis quando precisamos nomear quem são os palhaços que de fato nos fazem rir ou apenas o circo que eles armam para nos pregar uma peça.
Talvez neste picadeiro que sabiamente se denomina "corporativismo", somos os expectadores de uma seção que não termina nunca.
Até mesmo chego a lembrar daqueles que adoram fazer a caridade com o chapéu alheio?
Criatividade pouco exacerbada, não?.

Tempos modernos é o que sei, de nada lembra os tempos de convivência salutar empregadas ao aprender, saber e compartilhar de forma real e motivadora.

Somos presentes, intensos e ilimitados e isso nos impulsiona cada vez mais a uma via de mão dupla, onde o caminho final são as diretrizes que estabelecemos e as consequencias que resagtamos para nossa vida pessoal e corporativa.
Você é aquilo que escolhe ser e vive para aquilo que acredita, certo?, então em qual parte disso tudo você se perde na hora de passar adiante seus ensinamentos e tarefas?
Existe o espelho e independentemente de suas razões, uma hora você terá de olhar para cima e enxergar a quantidade de ações erradas que ficaram estampadas na sua cara.

Desta forma, comece a agir corretamente, passe adiante os ensinamentos que recebeu de seus antepassados e procure dividir muito mais do que somar.

Nunca é tarde para se fazer o certo e cedo demais para agir descentemente.

Um comentário:

  1. Escribes muy bien Dani. Me gusta lo que dices.
    Un abrazo amiga!

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