terça-feira, 3 de novembro de 2009

Eu, você, nós, eles


Começo a me perguntar por onde andam as boas coincidências humanas.
Até onde podemos dizer que o alheio modifica nossa maneira de agir e de pensar?
Existe mesmo um comportamento unilateral entre as pessoas?
Buscamos o que pelo que, ou o qual pelo qual?

Se vivemos dentro de um universo paralelo, começo a me questionar onde devemos colocar empenho, será nas próprias relações humanas e seu eterno egoísmo ou apenas no contexto literal da palavra confraternização?

Inúmeras perguntas...padrões de respostas: Sim, não, talvez.
Sabemos pouco sobre esperança, mas muito sobre o Esperanto. Dúbio não?

A convivência, eterno dilema universal.
Conviver exige paciência, desprendimento, limites, responsabilidade e acima de tudo uma divisão de tarefas, ou seja, cada um no seu quadrado, mas todos dentro do círculo de confiança.
Mas para que todos esses paradigmas aconteçam de forma natural, é necessário que você idealize melhor suas idéias.
Espaireça com calma, mude alguns hábitos e comece a pensar em conjunto, uma vez que estamos juntos não há motivo para imaginar um horizonte solitário.

O importante é sabermos qual a melhor forma de administrarmos nossa vida, nossas atitudes e pensamentos. Temos um dever implícito com a sinceridade, obrigações morais com a honestidade e o principal: não podemos isolar nossa capacidade de sermos cada dia melhores.
O que você faz aqui, certamente o atingirá lá na frente.

Eu, você, nós, eles...Somos constantes e isso é um fato presente.

"É possível mudarmos nossas vidas e a atitude daqueles que nos cercam simplesmente mudando a nós mesmos".
Rudolf Dreikurs

2 comentários:

  1. A palavra que resolve e dissolve muitos desses conflitos tão latentes é administrar. Administrando rola tudo. E fluentemente, creia! ehehehe

    beijos
    tati cavalcanti

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