quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ser profissional

Ser capaz. Está aí um ótimo argumento para o início deste artigo.
Lembre-se: alguns princípios são singulares na hora de escolher um profissional para uma agência ou empresa com foco em marketing:

Ter uma visão geral da relação do plano de comunicação com o planejamento estratégico de marketing, traçar objetivos e estratégias de comunicação, fundamentados pela verba operacional de marketing, saber elaborar, desenvolver e aprovar briefings de criação, produção e mídia, apresentar, desenvolver e aprovar campanhas publicitárias, entre outras.
Atendimento, planejamento, criação, mídia, produção, RTV e pesquisa, são palavras que precisam fazer parte do dia-a-dia de um profissional capacitado e interessado.

O papo aqui hoje trata-se de analisarmos o que torna um profissional não só capaz, mas peça
fundamental em seu meio de trabalho.
Todas as qualidades mencionadas acima trata-se do básico, onde devemos nos mostrar além?
Neste mundo cão da propaganda, temos de ser os leões famintos, principalmente em se tratando das que dizem respeito à interação permanente com a sociedade e o mundo do trabalho e a formação da consciência ética.

Formar profissionais, pessoas antes de mais nada humanas capazes de interagir, difundir e unificar idéias, são denominadores no caminho de uma empresa focada, dinâmica e que preserva a essência criativa de seu colaborador. Cada um com seu diferencial, seu talento.
Desta forma, faça de seu trabalho uma ferramenta diária de comunicação. Possua uma interação verdadeira com seu meio social.
Busque alternativas inteligentes para burlar a mesmice.

Outro dia escutei uma história bem interessante sobre uma profissional que estava em busca de um trabalho em agência - seu foco.
Bem, a mesma estava a 1 ano fora do mercado, apenas estudando quando apareceu uma oportunidade de estágio. Estava no quadro da faculdade: Faça um trabalho diferenciado e mande para a cx postal (não recordo agora) , os melhores trabalhos serão selecionados e chamados para a segunda etapa. Não diziam qual a agência, apenas o cargo que na época era de criação.
Bem, sem idéia na cabeça fez a única coisa que lhe pareceu convincente naquele momento:
Pegou uma caixa de papelão, colocou dentro: uma galinha de borracha, um pote de farofa, uma garrafa de pinga. Fechou a caixa e escreveu fora: Isto não é um trabalho, é um job.

No dia seguinte ao envio de seu "job", tocou o telefone e era o próprio Washington Oliveto.
Foi contratada!

Boas histórias como essa nos faz pensar em como devemos ser além do que estamos acostumados.
Ser profissional é estar único na maioria do tempo.
Reforce seu intelecto e procure raciocinar em conjunto com seu pensamento.

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