sexta-feira, 21 de agosto de 2009

RISOS E AFINS

No circo da vida somos os palhaços com nossas próprias risadas.
O riso é um impulso, um ato de total cumplicidade com a felicidade e os extremos. 
O ser humano divide-se em duas classes distintas: presentes e ausentes, eu explico.

O ser presente é aquele que enfrenta seus fantasmas de forma frontal, rí de seus próprios conceitos, contempla a realidade.
O ausente é o típico ser que esquece de existir. Na maioria dos casos espelha-se em vidas alheias, vive refazendo caminhos e esquece de planejar as rotas.

Para ambos, os casos de risos e afins possuem uma determinada dose.
Quais os fatores que contribuem para a sua felicidade?

Rir demais, chorar demais, falar, escutar, somos seres extasiados dentro de uma história?
O que adianta viver sorrindo se na verdade sua comunicação encontra-se de fato travada?
Viver como fantasma nunca é o bastante para aqueles que não sabem como se esconder, está aí uma boa conclusão.
Portanto que fique claro que entre a luz e as trevas encontra-se um ponto de equilíbrio. O seu peso e duas medidas, o ponto certo da balança.

Ache seu significado, encontre suas palavras certas, desprenda-se do previsto, cumpra alguns bons protocolos pessoais, vá ao circo, mas nem sempre ria como um palhaço, pois o riso é uma resposta da alma e não apenas uma desculpa para você dizer a todos que está bem.
Se for para rir, que seja de verdade e com vontade.
E acredite no eterno conselho: Ria de sí mesmo, pois quanto mais você rir menos rugas você terá.

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