sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Luminaries




References are like footprints left in the world ... short, spaced ... strong.
For some people the emptiness define themselves, for others, much is still very little.
A certain kind of puzzle ... we live like unveiling our footsteps, trying to fit us into a cyclic…continuous system.

There are doubts about the power we have about ourselves, our personal truth.

But the question is: What and who inspire me in this world?

I always imagine an open book filled with stories and memories, like those we receive and share.

We bump head to head, we try to escape, flight ... but life is responsible for blossoming a single interior, one that originates when we are unaware.
No one seeks to understand its roots until starting to feel the ground opening up underneath and not having where to hold.
Parents, teachers ... so many human beings changing and driving my life.

For me there are and there will always be examples, one cannot live without them.
Examples are like the wind that sweeps seconds, so fast that we can not handle it.
Like puffs we receive ... its intense and sublime force show us how to write our story, even if endures as a gale out of time and place, arriving and vanishing.

And isn’t that ephemeral enough for me to understand my existence?

What really matters is that I fit into this parallel universe, because though I have full will be part of a collective, I'm an odd union of reasons and assigned sensitivities.

And nothing and no one can take what I was given by his inner roots.
Today I see that inspiring me is to enjoy the light and flaming breeze with its intense flavours and inconceivable textures to accept that references serves as shades for the path that I will run on and within this mix, I am a reluctant object that insists on staying, and in this absolute truth, know how to say goodbye to the past of this crossroads called life.

No one is prepared for the desert of neither doubts nor so full of themselves in regards of the lakes of certain... metaphors will always exist, you know?
So I understand that seeking a true inspiration in someone requires learn to listen more than talk, observe more than looking and above all worship my roots, because they are responsible for creating my true essence.
Today I am all that has coming for a long time, an all complex and full of wants and desires, quirks and stubbornness, my own fleshly digital imprint.

I have so many ones to admire; so many that is part of my saga; all at its own time and happening that I thank each one for the knowledge donated to me.

I learned to take control of my life and therefore leaving open doors, because they will certainly bring new possibilities and endless questions so I can always move on.

With all the examples that have passed by and certainly still to come in my life, I will not be afraid to say farewell, because everyone is always giving a little about itself, aren’t they?


So are the references, the mirrors, the essence.

domingo, 7 de agosto de 2016

The Rightness




I always want get it right, regardless of our forecasts and guesses.

Trends, patterns, statistics and predictions means nothing without a commitment ... as simple as it can be; when I want I make it worthwhile.


I must understand that everything is relative and depends on me. Things change with imagination and vary in a form of multiple errors.

I shook hands as a way of assuring, a simple and clear understanding that in life, we can only be happy where agreement reigns.

I once read that if you do not take risks for the fear of making mistakes, you may never know the joy that is set. That seems really real.

We have many chances to fail but only one to get it right ... and that is the one we really seek, really need and the one that takes longer to find.

Why? ... Well, that's where the question lies.

If we were so assertive, certainly we would not have so many issues that we needed to work on and engage as a form of daily evolution...Believe, I tried so hard to do the right things all the time; it just gave me more frustration; because the best thing for me, happens by surprise.

Do I need a daily quota of assertive thoughts?
Yes definitely.


It is with it I put focus my actions on the content. Definitely to be happy I do not need the world, I need to position my steps and hit them on the right paths.

I understood that I am not part of a perfect whole, nor were meant to hit bullseye every time and I seldom do it. I make mistakes; I keep going because life always goes on.

I used to wish perfection because we are urgent to our ideals. In the rush, I forget that part of the process set is due to the simple fact that our ideas are evolving during construction. Anxious to make it happen, I fumble, say and do what I did not want to, I tell the worst words to the ones I love more and by fear I run away from responsibility that discerns me.


Are these sudden escapes that I do not comprehend the loss: friends who are gone, the feelings that just frozen, the humbleness that flows, the values that disappear among many frictions, conflicts, insults, abuses, unnecessary haste allowing to rob our sweet insight of feeling, winning, smiling, living, interacting, making friends.


By eagerly trying, I fail to be unique. But it's never too late to blow stars, spread sparks, invade hearts and plant what is

most precious: the "love"; delivering the wonders of life, allowing us to be who we really are and never forget that restarting is part of our own growth.

Growing hurts but transforms you.

I'm always myself but I’m sure I will not be the same forever. 

domingo, 24 de abril de 2016

contemplações


"A pureza é a capacidade de contemplar a mácula."

Contemplemos o belo e o feio. A vida não é um acaso de padrões em seu próprio egoísmo.
Existe um velho ditado que diz: Somos mais gratos à vida, quando somos capazes de contemplar os instantes, sem pensar em porquês. 

Racionalizamos demais onde os instantes devem imperar, porque quando você passa a enxergar a maneira que os olhos contemplam, você entende que eles são além do que meros reflexos. São verdadeiros mundos.

E cada um em seu universo particular não é?

Ninguém compreende a extensão de suas visões, percepções, encontros e realidade interior. Talvez, eu digo talvez; exista uma dose de egoísmo, onde você possa não querer compartilhar sua visão, mas quando menos se dá conta, os mundos se cruzam e você passa a enxergar outros sentidos em diferentes olhares...onde todos se cruzam e fazem absoluto sentido.

É preciso construir experiências.
E para tanto se carece de evolução, a maturidade da experiência deve imperar no coração do ser que já passou pelas ilusões da existência. Se você enxergar somente para sí, o belo permanecerá oculto e jamais será o reflexo. Refletir significa dividir, experimentar, recriar e acima de tudo compartilhar.

Mergulhe, contemple o infinito em sua plenitude, isso será o mesmo que admirar a mais pura e inconfundível beleza que habita no teu ser.

Ao contemplar a vida percebemos que nos alternamos entre dois mundos no esforço de satisfazer duas necessidades humanas básicas: a de sentir-se bem-sucedido e importante e a de pensar em nós mesmos como uma boa pessoa, alguém que merecia a aprovação de indivíduos igualmente bons.
Nossa auto-imagem é como uma fotografia fora de foco, duas imagens levemente borradas em vez de uma única e nítida. 

Dedicamos grande parte da nossa vida e uma considerável quantidade de energia ao esforço de eliminar a lacuna existente entre os anseios da alma e as censuras da consciência, entre a necessidade com freqüência conflitante de termos certeza de que somos bons e a satisfação de ouvir que somos importantes. As pessoas que mais admiramos tendem a ser aquelas que nos dão a impressão de terem eliminado essa lacuna, de terem resolvido o conflito...

E existem tantos conflitos imperativos na vida, aqueles que não nos livramos por pura conveniência, teimosia ou medo. Conheço e certamente conhecerei inúmeras pessoas com  receio das belezas.

As pessoas acordam do sono da ignorância para contemplar a aurora
espiritual, mas para 'manter o dia radiante e claro',é preciso adquirir
um testemunho da verdade, se não, o sono volta.


E quando aprendermos a contemplar a vida em cada pequeno detalhe e ver a grandeza do que nós somos, não precisara de mais nada para estar feliz e grato por simplesmente existir.

sábado, 4 de julho de 2015

Das verdades da vida.


Não existe verdade absoluta, já dizia Platão.

É preciso pararmos de contar o tempo. Mais um ano...mais um dia...
Existe uma frase muito certa sobre isso: haja ontem para tanto hoje; talvez por isso a existência e seus dias sejam tão cheios de significados, onde todos e absolutamente cada um possuam valores e significados distintos.

É tanta intensidade que faltam adjetivos.

Vivemos para os acontecimentos; alguns nos permitimos...para outros somos surpreendidos pela leveza do ser e da permissão inesperada. A prudência em cada um esta no abandono ou na banalidade que a vida nos submete e na leveza de se entregar.

Para cada episódio deixamos muito, levamos algo, doamos muito mais do que ganhamos; é assim; somos pagadores de dívidas existenciais e quando acertamos nossas pendências nos obrigamos a riscarmos certas listas, apagar e seguir em frente.
E mesmo riscando, outra lista nascerá; faz parte da vida somarmos no decorrer do caminho. 

Nós aprendemos?, esta aí uma pergunta que jamais saberemos responder sem abrirmos precedentes para novos questionamentos.
Mudamos ou nos adaptamos; é isso. Mas quem nunca mudou ou aprendeu a se adaptar com o tempo certamente ainda não caminhou o suficiente. 

O tempo...inevitavelmente a única certeza que nos freia, nos acelera, impulsiona nosso ser em descontarmos nas incertezas as banalidades as quais tanto insistimos em viver.
Somos exatamente o que nos propomos ao abrirmos mão das verdades?
Certo que sim.

E quem poderá descrever ou enumerar as passagens de nossa lista pessoal, se não nós mesmos?. A verdade é que desistimos de contar nossas ações; deixamos que as palavras tomem proporções e muitas vezes abafamos, encurtamos ou mesmo provamos o silêncio de nossa verdade pessoal. Jogamos com a felicidade e isso traz para a nossa lista o número um das pendências que abraçamos. 
Não nos anulamos como prova de contradição, não existe tal fato.

Olhamos em volta e enxergamos...
Se prestarmos atenção veremos que tudo que acontece é uma pecinha que completa um quebra-cabeça. E que a cada peça ele vai tomando forma. É como se cada passo nosso estivesse interconectado com uma lei própria, cronometrado em uma sincronia incrível. Os amigos, os amores, a família.

A vida vai dançando a música que escolhemos com uma melodia harmônica.
A alegria de ser único, inteiro e completo e também de poder acrescentar, de ser parte de algo maior e muito além de nossa compreensão racional. 

Escolhi como verdade as palavras que escuto nas entrelinhas e no silêncio. 
Escolhi que o certo é o que o coração fala e a cabeça pondera.
Escolhi ser a parte do universo que acredita e que é feliz simplesmente por existir.


A verdade das verdades é que a vida possui um som que reverbera; e seu grito pode ser do tamanho de suas escolhas. Seja pouco e colherá nada...seja muito e você espalhará sementes pelo mundo.

As opções estão aí. 

domingo, 28 de dezembro de 2014

O poder das palavras


"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las".
Voltaire.

Na vida o que mais desejamos é que nossas palavras assim como nossos atos sejam inesquecíveis, que seja representativo e que acima de tudo faça a diferença para nós e por nós.
Que através delas possamos não apenas ser nós memos, mas tudo o que nos cerca e nos faz ser quem somos e com elas nos traga a certeza que o poder das palavras tem o real sentido... a leveza do vento e a força da tempestade.

Certo como o vento que leva, as palavras possuem sentidos e direções, força e vontade.

Não nos neguemos a verdade que toma de forma crescente, pulsante e dimensional a representação que buscamos e que tão sutilmente nos é apresentada.
Tomamos as verdades que nos são dadas?...sim.

É preciso ter alguns bons hábitos, entre eles o da verdade como fonte única; alimentando as palavras que reverberamos ao mundo; um mundo sólido que tocamos e deixamos pegadas. Queremos mudar o mundo ao nosso redor, possuímos essa vontade onipresente de colorir o cinza e pluralizar a felicidade; mas adormecemos tudo com uma simples inverdade.

Por que é tão complicado ser sincero?
Quer uma verdade? Se totos soubessem o peso das palavras dariam mais valor ao silêncio.
Palavras erradas costumam machucar para o resto da vida, já o silêncio certo pode ser a resposta de muitas perguntas.
Contradições...

Onde moram as inseguranças...certamente imperam algumas convicções. Existe uma linha fina que traçamos onde penduramos as palavras que gostamos ou apenas permitimos manter como uma maneira de afastarmos as dores, os medos, os suspiros ansiosos...existe uma vazão para toda essa avalanche que se forma? será?
Existe sim uma libertação incrível com as palavras certas, as erradas, as confusas, as indevidas, as acaloradas, as vibrantes, as gritantes.

Falar é ouro...já dizia o ditado.
O poder de uma palavra muda tudo. Ela reverbera sua alma, expõe suas cruas necessidades e ultrapassa limites. Será você com o mundo...um mundo ao qual você decide se quer fazer parte. 
No fim cabe a você reconhecer o poder de suas palavras, ela é o seu domínio sobre o mundo.

As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos, há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
O ato de ver não é uma coisa natural...é preciso mesmo praticar.

Existem momentos na vida da gente em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las, elas parecem não servir...Então a gente não diz, apenas sente.
E concretizamos assim, que o poder que possuímos muitas vezes nos impede de libertarmos todas as palavras que colecionamos em nosso caminho.
Elas acabam mesmo se tornando parte de nós.

Sorrisos e abraços espontâneos me emocionam.
Palavras até me conquistam temporariamente.
Mas atitudes me ganham para sempre.

domingo, 5 de outubro de 2014

Fale-me sobre sentir saudades


Então...fale para mim sobre sentir saudades que eu responderei a você de mais de uma forma diferente. 
A saudade diminuiu ou fomos nós que envelhecemos?

Falemos com o coração, sintamos com a alma..não apenas com palavras disparadas sem sentido e olhares ao alto; mas com atitudes que demonstrem o real sentido disso tudo.
Um sentido longo, intenso e corretamente irreal nesse universo paralelo que chamamos ou proclamamos ao céus como uma falta que nos preenche de tal forma e completamente insuportável.

A saudade deixa um rastro. Já dizia Quintana: O tempo não pára, só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...
Um tempo que não volta, segundos passados que se tornam incontáveis.
Deixamos para trás não apenas as pessoas, mas todas as ações que com elas faziam tanto sentido.
Hábitos...Família... amigos... aqueles conhecidos que por poucos momentos fizeram parte do nosso dia preenchendo nossas risadas, acalentando nossos abraços, apoiando as insanidades particulares e porque não deixando que nossa tristeza nos ensinasse muito mais do que deveríamos apenas para deixar que a vida seguisse e com ela nos trouxesse novos dias.
Aí esta a verdade sobre isso: não deveríamos sentir tanto.

E certamente a saudade se torna superestimada? Não mesmo.
Tenho uma saudade infinita daqueles que me são tão caros.
Você apenas descobre como transforma-la em algo seu e unicamente para uso próprio, se é que me entende. Digamos que compartilhar se torna um artigo de luxo onde poucos possuem o privilégio de conhecer, uma vez que estando fora você descobre o poder da palavra "de verdade" cercada por infinitos olás e bem vindo.
Compreende-se que quem é de verdade....reconhece quem é de mentira.

Quando se mora fora do seu país você aprende o significado de tantas coisas...nessa hora só me recordo de Fernando Pessoa: "Sentir tudo de todas as maneiras, viver tudo de todos os lados, ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo, realizar em si toda a humanidade de todos os momentos num só momento difuso, profuso, completo e longínquo".
Aprendemos com essa insana presença da saudade batendo na porta e por isso hoje eu não tenho mais tanta certeza se deixarei de sentir tanto, porque parte de mim fica com tantos que passaram pelos meus dias e me transformaram no que seu hoje: intensa.

Mas a parte boa de tudo isso é que a felicidade está nos pequenos momentos e com eles nos sentimos preenchidos. Seja em se ver realizando algo ou apenas re-descobrindo novos hábitos. Falar de saudade é tão imparcial...você não precisa estar chorando, sorrindo ao excesso ou apenas congelado no momento, basta apenas parar, olhar e aprender com tudo isso ao redor. O significado se torna subjetivo.

Não somos feitos de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos ou assuntos mal resolvidos; Nós somos o que escolhemos a partir do momento que nos permitimos mudar com um novo cenário todos os dias, e nesse caso, a saudade se torna um presente; fazendo nos recordar de doces lugares que iremos conhecer, experiências que ainda viveremos e milhares de momentos que jamais iremos esquecer.
Tornando tudo e mais um pouco certamente singular e ímpar.

A saudade é um bom e velho companheiro de viagem.
Vale a pena cada segundo de sentimento nela empregada, pois uma vez que a sentimos, aprendemos que somos frágeis e implicitamente entregues a ela.
Deposite boas recordações, pois mais tarde ela será uma espécie de guia, onde você se coloca e a deixa conduzir.
Mas volte e construa novas histórias, seja para você ou apenas para que outras pessoas a transportem para dentro...pois sem dúvida será a maior prova de que o passado valeu a pena.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Encerrando ciclos





Encerrar, fechar acontecimentos...na vida enterramos muito mais que lembranças, morremos para aquilo que deixa de fazer parte de nosso ciclo vital. Sentidos, palavras e especialmente pessoas.

Existem momentos na nossa vida onde nos desprendermos daquilo que não faz parte de nós. Precisamos parar, olhar e nos perguntar: Afinal, quando foi que deixamos de ser tão imperativos com nossos sentimentos?
...Certamente quando doamos mais que recebemos...ou quando acreditamos em algo  porque fazia sentido apenas para nós.

É preciso saber quando uma etapa chega ao fim. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram e que neles nos permitimos tempo, energia e atenção que se podia.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem. O que passou não voltará, as coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar e ocupem o tempo e espaço de sua importância.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e as vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. 

Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos que não são aceitos, promessas que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará e com isso fazer com que suas decisões não sejam um espelho de atitudes passadas.

Nada é insubstituível e um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante,
 não devido ao orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. 

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.